As 3 pragas, segundo o pai do Plano Real

Pra variar, genial o artigo de Gustavo Franco no estadão e no Globo.
Publicado em 26 de abril.
Para instigar o leitor, tenho, porém, 3 observações.

1) O autor diz que as más notícias dos últimos meses não conhecem precedente. Bem, como profissional de imprensa, pondero q, na ditadura,  a notícia era inexistente. Jamais saberemos o tamanho das “más”,  pq nós simplesmente éramos proibidos d publicar fatos. Qualquer fato. Só saía nos jornais, na TV, no rádio, o que os militares deixavam!

O trabalho d limpeza q o juiz sergio moro faz é q seria impensável. Portanto, dá licença, mas viva a democracia. mesmo o q não não tinha notícia. Nem torpe nem nao torpe.

2) Das políticas anticíclicas. Em 2008 , EUA à frente, países desenvolvidos deram o exemplo d pioneirismo em matéria de inflexão rumo à irresponsabilidade fiscal. O mesmo vale para a escolha d favoritos na política industrial (GM??). E EUA (mas não só eles)  foram além. Com dinheiro do contribuinte, escolheram favoritos entre o setor financeiro. Deixaram alguns quebrar, salvaram outros. Até hoje os motivos alegados não convenceram. E até hoje grandes bancos fazem acordos bilionários com justiças locais pq mentiram de tudo qto é jeito. Mentiram para os bancos centrais, para os acionista, mentiram para os clientes. Foram prejudicados tanto os clientes q tomavam dinheiro emprestado (exemplo , hipotecas ),  qto os q confiavam ao caixa da instituição sua poupança.

Brasil não tá sozinho, não. Imitou. Claro q d  um jeito jabuticaba. Mas não inventou a roda da mentira deslavada.

Quanto à corrupção, é isso aí.  A-do-rei “versão caribenha da doença holandesa” .