Lula, 70 anos este mês, cada vez mais enrolado com a polícia

Desde a hora em que acordei, me deparo com uma manchete mais grave do que a outra sobre Lula.
Não sei o que vai acontecer. Depende de sabe-se lá quantas perícias em uma montanha de provas.
Caso ele passe, um dia, à condição de réu, só depois de minuciosos exames técnicos de magistrados em várias instâncias será conhecida a sentença definitiva – culpado ou absolvido. Levaria anos.
Por ora, o inegável é que a situação do ex-presidente Lula (70 anos este mês) se complicou muito neste fim de semana.
Logo agora que ele acaba de reassumir o Palácio do Planalto.
Se Lula nunca foi embora, é certo que o loteamento de ministérios anunciado ontem, e que não foi o primeiro, põe de volta em suas mãos o papel de protagonista de fato na esfera federal.
Dilma cedeu, convencida por ele sobre a rota correta para evitar o impeachment (prioridades zero, um e dois) e, em seguida, retomar a batalha da volta da CPMF (prioridade três).
Em sã consciência, nem a velhinha de Taubaté do querido Luis Fernando Veríssimo, a ingênua personagem que acredita em tudo e em todos, diria que os ministros da Saúde e da Ciência (pasta que também responde pela Tecnologia) são os melhores nomes encontrados por Dilma.
Veja, na sequência, um por um, os problemas do ex-presidente que se agravaram nas últimas horas.