Parte 2: Lula e a Guiné, a da Beija-Flor, patrocinada pela Odebrecht

O Ministério Público Federal examina documentos confidenciais do Itamaraty sobre o papel do ex-presidente junto a quatro países da África.
O caso da semana trata da Guiné Equatorial e é revelado pela revista Época.
Favorecida: construtora Odebrecht.
Suspeita: crime de tráfico de influência internacional.
Quem pode se sentir prejudicado e, na condição de acusador, pedir que Lula vire réu e seja julgado: o povo brasileiro, proprietário do BNDES, generoso provedor de empréstimos subsidiados a essa e a outras empreiteiras para obras na África.
O Instituto Lula diz que vai processar a revista.
Caso alguém não se lembre: a campeã do carnaval deste ano do Rio foi a Beija-flor.
Enredo: “o despontar da Guiné Equatorial”, país governado por ditadura há 36 anos.
As construtoras Odebrecht e Queiroz Galvão estão entre os patrocinadores dos R$ 10 milhões que viabilizaram o desfile de 2015, informou ao jornal O Globo, em fevereiro, o carnavalesco Fran-Sérgio, da própria Beija-Flor.
Outros países africanos onde o crime contra você, contra mim, contra todos nós, é investigado, segundo a mesma revista: Gana, Benin e Namíbia.
E Cuba.