Eu não consigo entender a aritmética de Dilma

Talvez a presidente Dilma ainda prove que 2 + 2 não são 4.
Até lá, o Brasil continua a ser rebaixado, e sua credibilidade continua a ser minada.
Como aconteceu hoje. Outra agência de risco tirou do País o status de investimento confiável. São duas avaliadoras (das quais dependemos para uma série de coisas) a nos rebaixar em menos de 3 meses. Primeiro foi Standard and Poors, hoje foi a Fitch.
E parece que o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, depois de ser fritado durante este infeliz primeiro ano de segundo mandato, desta vez pega mesmo o chapéu pra se mandar.
Durou muito. Nunca foi, jamais seria o ministro da Fazenda.
A executora da política econômica desde primeiro de janeiro de 2010 vem sendo Dilma Rousseff.
Que acumula uma lista impressionante de erros.
Mais estranho ainda: ela consegue colecionar erros na economia e na política.
Pra mim, um mistério. Para o país, uma pena.
Estragou o plano real, se omitiu ao não demitir os investigados no mais escabroso caso de corrupção do Brasil, e agora espalha que os adversários são golpistas.
Uma volta ao passado. Desperdício de valiosas oportunidades de progresso.
Pobres novas gerações. Ao léu enquanto brigas de quadrilhas paralisam Brasília.
E enquanto todos atravessam a mais longa recessão desde 1930.
Continuo me perguntando como Dilma conseguiu resultados tão ruins.
Pra ela, 2 + 2 não são 4. Só pode ser. Já que acaba de revisar também a meta fiscal de 2016.
Tenha paciência.