Surpresas do ano que mal começou

Não basta o rompimento diplomático entre duas das maiores potências do Oriente Médio (Arábia Saudita e Irã, depois da invasão da embaixada da primeira em Teerã, capital da segunda potência).
Ou a desaceleração acima do esperado de outro gigante mundial, a China.
A Coreia do Norte aumenta o rol de surpresas deste início de ano, anunciando um novo teste nuclear. Com bomba de hidrogênio.
O ano promete.
É por estas e por outras que os cenários sempre tão trabalhados (e sofisticados) são tão ‘perecíveis’.
Toda atenção é pouca.
O mundo está nervoso.
No Brasil, só sabemos que política, economia e indicadores sociais não são animadores – para dizer o mínimo.
Se as tensões internacionais se agravarem, azar o nosso.
Não é hora de bola de cristal.
Estamos de sobreaviso.