Suruba e carnaval

Mas é cada encrenca! O cidadão não está lá nem há um ano, e confesso que já perdi a conta das crises em que o Planalto se meteu. Essa do Padilha, então, era mais do que anunciada. Parece que não ouviram falar na estratégia de redução de danos, um clássico, caramba.
Ainda por cima, seguem martelando na conversa mole da necessidade das reformas. Previdência, trabalhista.
Estão nos gozando ou o quê?
Ok, ok, eu sei que é carnaval.
Por isso, acho conveniente lembrar um pouquinho do farto histórico policial do senador da suruba.
Que já teria sido apelidado pela turma da propina ora de Caju, ora de Cacique (pois é, a biografia dele também é recheada de assuntos indígenas e ambientais).
Publiquei esse texto em maio do ano passado, e não consegui atualizar com certeza o número de inquéritos a que ele está sujeito no Supremo, tamanha é a lista de casos já arquivados.
Eram oito, e agora em fevereiro, ele ganhou mais um.
Mas a excelência parece entender, e muito, não só de foro privilegiado, mas também de prescrição.
De prescrição de crime. Ou melhor, crimes.