Temer, Gilmar e a embriaguez

Achei isso estranho, e resolvi dividir com você. O presidente da República e um ministro do Supremo Tribunal Federal, sentindo-se mal em relação aos pedidos da Procuradoria-Geral, usaram um mesmo e incomum substantivo em suas respostas.
Terá sido coincidência?
Julgue você mesma, ou você mesmo:
Temer, em 27/6/2017:
“Pois são esses fatos que me assustam porque a regras mais básicas da Constituição não podem ser esquecidas, jogadas no lixo, tripudiadas pela embriaguez da denúncia que busca a revanche, a destruição e a vingança.”
http://g1.globo.com/politica/noticia/veja-e-leia-a-integra-do-pronunciamento-de-temer-sobre-a-denuncia-da-pgr.ghtml
Gilmar Mendes (que neste momento está votando sobre delação premiado no Supremo) em 25/5/2017
Gilmar Mendes responde a Janot: ‘Ministros não escolhem suas causas. É o aleatório, o andar do bêbado’

“O voluntarismo e a ousadia, estimulados por qualquer tipo de embriaguez, cegueira ou puro despreparo, não devem ser a força motriz de atos processuais”, escreveu Gilmar

http://politica.estadao.com.br/blogs/coluna-do-estadao/gilmar-mendes-responde-a-janot-ministros-nao-escolhem-suas-causas-e-o-aleatorio-o-andar-do-bebado/